Aluna: Maria Luísa Stadler Sauer ABSOLUTISMO O que é o Absolutismo? Foi uma forma de governo muito comum na Europa entre os séculos XVI e XIX e defendeu a teoria do poder absoluto do rei sobre toda a nação. A influência do rei dependia de uma revelação de vassalagem, na qual a troca de favores entre reis e nobres garantia o poder real. O comércio ressurgia na Europa, na medida em que as nações modernas estruturavam-se, com isso, uma nova classe social emergia com grande poderio econômico: a burguesia. Para a burguesia, a fragmentação política e econômica não era interessante, pois afetava seu negócios, por causa das diferenças de moeda e impostos existentes de uma província para outra. A nobreza por sua vez, queria a concentração de poder nas mãos do rei, como forma de garantir o controle das terras que possuía. Com o poder concentrado no rei, cabia a ele a criação de impostos, determinação e imposição das leis, garantir a segurança do reino, sufocar rebeliões e revoltas e impedir invasões e ataques estrangeiros. Pra que isso funcionasse, foi criada uma estrutura administrativa para auxiliar os reis. Como a economia das nações cresceu e fortaleceu-se, foi necessário garantir a proteção da produção nacional. Assim, foram criados impostos alfandegários, ou seja, impostos para produtos que eram produzidos em outros países. Como o poder real possuía grande respaldo, que partia tanto da ascendente burguesia quanto das elites nobres, surgiu uma série de intelectuais, tais como Nicolau Maquiavel, Thomas Hobbes, Jacques Bossuet, Jean Bodin, entre outros, para ressaltar a legitimidade do poder absoluto do rei.
O que é absolutismo É uma forma de governo que foi muito utilizada na Europa durante os seculos XVI e XIX,que dava poder absoluto para o rei. Os poderes de um rei na idade media se comparados ao período absolutista eram limitados, pois a influencia do rei dependia de uma relação de vassalagem entre a nobreza e os reis e havia muita fragmentação politica. A medida que Inglaterra,França,Espanha e outras nações modernas se estruturaram e o comercio ressurgia,uma nova classe surgia: a burguesia. Para eles a fragmentação econômica e politica não era interessante pois afetava seus negócios especialmente pela falta de uma moeda única e diferença de impostos entre províncias. Por suas vez a nobreza vias isso com bons olhos, já que era uma maneira eficiente de manter o controle sobre as terras que eles possuíam. Com a formação dos Estados Nacionais – as nações –, o rei determinava a imposição de uma única moeda e idioma para toda a nação, eliminando as diferenças que restringiam a atuação da crescente classe mercantil.
O Absolutismo é uma teoria política que defende que alguém deve ter o poder absoluto sobre toda as nação, sendo uma forma de governo muito comum na Europa entre os séculos XVI e XIX. Numa monarquia absolutista, o rei tinha com seus súditos uma relação marcada pelo princípio da fidelidade: todos, sem exceção, deviam obediência e respeito ao monarca e seus representantes. A medida que as nações estruturavam-se e que o comércio ressurgia na Europa, uma nova classe social emergia com grande poderio econômico: a burguesia. Para a burguesia, a fragmentação política e econômica existente desde a Idade Média não era interessante, pois afetava seus negócios, principalmente por causa das diferenças de moeda e impostos existentes de uma província para outra (mesmo em províncias do mesmo reino, havia essas diferenças de moeda e impostos). Com o poder concentrado no rei, cabia a ele a criação de impostos, determinação e imposição das leis, garantir a segurança do reino, sufocar rebeliões e revoltas e impedir invasões e ataques estrangeiros. Para que isso acontecesse de forma eficiente, foi criada toda uma estrutura administrativa para auxiliar os reis em suas várias obrigações. Com a formação dos Estados Nacionais – as nações –, o rei determinava a imposição de moeda e idioma único para toda a nação, eliminando as diferenças que restringiam a atuação da crescente classe mercantil.
Absolutismo foi uma forma de governo muito comum na Europa entre os séculos XVI e XIX. Defendeu a teoria do poder absoluto do rei sobre toda a nação. O poder dos reis era considerado limitado, comparado com o período absolutista, pois havia muita política e a influência do rei dependia da vassalagem, ou seja, um acordo de serviços recíprocos entre uma pessoa política e uma outra superior, na qual a troca de favores entre reis e nobres garantiam o poder real. Uma classe emergia com grande poder econômico e crescimento do comércio que era a: Burguesia. Para ela a fragmentação política e econômica não interessava, pois afetava seus negócios, pelo simples fato das diferenças de moedas e impostos existentes. A nobreza por sua vez via com bons olhos a concentração do poder na figura do monarca como forma de garantir o controle das terras que possuía. Assim o poder nas mãos do rei era uma demanda da burguesia e da nobreza. Com o poder de tudo centrado nas mãos do rei cabia a ele fazer: criação de impostos, determinação, imposição de leis, garantir a segurança do reino, sufocar as rebeliões, protestos, e impedir invasões de outros países. Para que isso ocorre-se de uma forma eficaz, foi criada uma estrutura administrativa. Com a formação das nações o rei que determinava a moeda e o idioma que era predominado em todas as nações. Para garantir a proteção da produção nacional foi criado impostos alfandegários, ou seja, produtos que eram produzidos em outro país.
Absolutismo foi uma forma de governo muito comum na Europa entre os séculos XVI e XIX e defendeu a teoria do poder absoluto do rei sobre toda a nação. O poder dos reis durante a Idade Média era considerado limitado em comparação com o período absolutista, pois havia muita fragmentação política e a influência do rei dependia de uma relação de vassalagem, na qual a troca de favores entre reis e nobres garantia o poder real.
À medida que as nações modernas estruturavam-se, principalmente Inglaterra, França e Espanha, e que o comércio ressurgia na Europa, uma nova classe social emergia com grande poderio econômico: a burguesia. Para a burguesia, a fragmentação política e econômica existente desde a Idade Média não era interessante, pois afetava seus negócios, principalmente por causa das diferenças de moeda e impostos existentes de uma província para outra Com o poder concentrado no rei, cabia a ele a criação de impostos, determinação e imposição das leis, garantir a segurança do reino, sufocar rebeliões e revoltas e impedir invasões e ataques estrangeiros. A nobreza, por sua vez, via com bons olhos a concentração do poder na figura do monarca como forma de garantir o controle das terras que possuía.
Como a economia das nações cresceu e fortaleceu-se, foi necessário garantir a proteção da produção nacional. Assim, foram criados impostos alfandegários, ou seja, impostos para produtos que eram produzidos em outros países.
Como o poder real possuía grande respaldo, que partia tanto da ascendente burguesia quanto das elites nobres, surgiu uma série de Intelectuais, tais como Nicolau Maquiavel, Thomas Hobbes, Jacques Bossuet, Jean Bodin, entre outros, para ressaltar a legitimidade do poder absoluto do rei.
Absolutismo Absolutismo é uma teoria política que defende que alguém (em geral, um monarca) deve ter o poder absoluto, isto é, independente de outro órgão. Os teóricos de relevo associados ao absolutismo incluem autores como Nicolau Maquiavel, Jean Bodin, Jaime VI da Escócia e I de Inglaterra, Jacques-Bénigne Bossuet e Thomas Hobbes. Esta ideia tem sido algumas vezes confundida com a doutrina do Direito Divino dos Reis, que defende que a autoridade do governante emana diretamente de Deus, e que não podem ser depostos a não ser por Deus, defendido por alguns absolutistas como Jean Bodin, Jaime I e Jacques Bossuet. O absolutismo na Europa Em Portugal, verdadeiramente nunca existiu a monarquia absolutista mas sim o que os monárquicos chamam uma monarquia tradicional,[2] pois o rei português sempre teve poder limitado pelas cortes e por outros órgãos de soberania. Todavia, para muitos D. Miguel foi considerado como «o rei absoluto» e ficou conhecido com esse cognome.
Teorias do absolutismo Durante os séculos XVI e XVII, diversos pensadores buscaram justificar o poder absoluto dos monarcas. A principal obra de Nicolau Maquiavel, O príncipe, escrita para responder a um questionamento a respeito da origem e da manutenção do poder, influenciou os monarcas europeus, que a utilizaram para a defesa do absolutismo.[5] Maquiavel defendia o Estado como um fim em si mesmo, afirmando que os soberanos poderiam utilizar-se de todos os meios - considerados lícitos ou não - que garantissem a conquista e a continuidade do seu poder. As ações do Estado são regidas, sobretudo, pela racionalidade. O absolutismo e a guerra O Estado absolutista foi um processo importante para a modernização administrativa de certos países. No campo militar, embora tenha apresentado alguns pontos fracos, foi responsável por grandes transformações. A centralização administrativa e financeira praticamente extinguiu os exércitos mercenários, sem no entanto dispensar o emprego de estrangeiros. Criou uma burocracia civil que muito ajudou à manutenção de forças armadas. Desenvolveu formas compulsórias de alistamento que serviriam de base para o serviço militar moderno. Regulamentando o alistamento, diminuiu velhos abusos. Financiou e abasteceu efetivos cada vez maiores. Permitiu, por fim, a construção de dezenas de fortificações modernas. Com o absolutismo, o rei concentrava todos os poderes, criando leis sem aprovação da sociedade, além de impostos e demais tributos de acordo com a situação ou um novo projeto ou guerra que surgisse. Além disso, o monarca interferia em assuntos religiosos, em alguns casos controlando o clero de seu país. O absolutismo e o despotismo, apesar de similares, diferem pelo fato de o absolutismo ter uma base teórica (Jean Bodin, Thomas Hobbes, Nicolau Maquiavel) e o despotismo ser uma espécie de corrupção do absolutismo, onde o monarca age deliberadamente sem qualquer preocupação teórica, social, política ou religiosa.
Absolutismo O Absolutismo foi um sistema político que defendia o poder absoluto do monarca sobre o Estado e foi muito comum durante os séculos XVI até os meados do século XIX na Europa. Essa forma de governo estava diretamente ligada com o processo de formação dos Estados Nacionais e com a ascensão da burguesia. Surgimento À medida que o Estado Nacional foi consolidando suas fronteiras, suas demandas e com o surgimento da burguesia, houve a necessidade de um representante que defendesse seus interesses e, assim, o poder passou a ser concentrado na figura do monarca. Assim, eram determinadas pelo rei a organização das leis, a criação dos impostos, a delimitação e implantação da justiça etc. Surgiu ainda a burocracia (uma estrutura de governo que era responsável pela execução do trabalho administrativo da nação de forma a auxiliar o rei na administração do Estado recém-criado). O Absolutismo contribuiu para a diminuição das diferenças culturas locais. Assim, uma só moeda foi implantada e um só idioma foi escolhido para toda a nação. Com o fortalecimento do comércio, foi criada uma série de impostos para a sua regulação, além de impostos alfandegários para a defesa da economia interna. A partir desses impostos, o rei pôde montar um exército permanente que ficava a seu serviço na defesa interna e na defesa externa. Do ponto de vista religioso, o poder real foi visto como uma escolha direta de Deus, portanto, indiscutível. O Absolutismo não possuía características homogêneas e apresentava também suas particularidades em diferentes locais. Dessa forma, destacaram-se três modelos desse sistema político: o francês, o inglês e o espanhol. Defesa do poder real À medida que o poder real era fortalecido, uma série de teóricos escreveram sobre a justificativa do poder absoluto. Entre eles, destacaram-se Nicolau Maquiavel, Thomas Hobbes, Jacques Bossuet. Nicolau Maquiavel justificou que o uso da violência para manter o controle sobre a população, pois defendia a ideia de que “os fins justificariam os meios” e afirmava que mais valia para o rei ser temido que amado. O Thomas Hobbes argumentou que o poder real era necessário para colocar a ordem no mundo. Defendia a teoria de que, antes do poder absoluto do rei, a Europa vivia em um estado de caos no qual a violência predominava. O Jacques Bossuet justificou que o poder do rei procedia de Deus, sendo assim, contestar o poder real seria o mesmo que contestar ao próprio Deus. Fim do absolutismo O Absolutismo deixou de existir como forma de governo por volta do século XIX. A Revolução Francesa e as mudanças que surgiram a partir dela contribuíram para o fim dessa forma de governo em toda a Europa. Tais mudanças buscavam a descentralização do poder, ou seja, o oposto do que era defendido até então, como também questionavam a teoria da vontade divina do poder real, pois o Iluminismo defendia a racionalização do pensamento humano.
Absolutismo foi uma forma de governo muito comum na Europa entre os séculos XVI e XIX e defendeu a teoria do poder absoluto do rei sobre toda a nação. O poder dos reis durante a Idade Média era considerado limitado em comparação com o período absolutista, pois havia muita fragmentação política e a influência do rei dependia de uma relação de vassalagem, na qual a troca de favores entre reis e nobres garantia o poder real. À medida que as nações modernas estruturavam-se, principalmente Inglaterra, França e Espanha, e que o comércio ressurgia na Europa, uma nova classe social emergia com grande poderio econômico: a burguesia. Para a burguesia, a fragmentação política e econômica existente desde a Idade Média não era interessante, pois afetava seus negócios, principalmente por causa das diferenças de moeda e impostos existentes de uma província para outra (mesmo em províncias do mesmo reino, havia essas diferenças de moeda e impostos). A nobreza, por sua vez, via com bons olhos a concentração do poder na figura do monarca como forma de garantir o controle das terras que possuía. Assim, a concentração do poder nas mãos do rei era uma demanda da burguesia em ascensão e também da nobreza. Com o poder concentrado no rei, cabia a ele a criação de impostos, determinação e imposição das leis, garantir a segurança do reino, sufocar rebeliões e revoltas e impedir invasões e ataques estrangeiros. Para que isso acontecesse de forma eficiente, foi criada toda uma estrutura administrativa para auxiliar os reis em suas várias obrigações. Com a formação dos Estados Nacionais – as nações –, o rei determinava a imposição de moeda e idioma único para toda a nação, eliminando as diferenças que restringiam a atuação da crescente classe mercantil.
Absolutismo é uma teoria política que alguém (em geral, um monarca) deve ter o poder absoluto, isto é, independente de outro órgão. Esta ideia tem sido algumas vezes confundida com a doutrina do Direito DivinoOs teóricos de relevo associados ao absolutismo incluem autores como Nicolau Maquiavel, Jean Bodin, Jaime VI da Escócia, e de Inglaterra, Jacques- Bénigre Bossuet e Thomas Hobbe. dos Reis, que defende que autoridade do governante emana diretamente de Deus, e que não pode ser depostos a não ser por Deus, defendido por alguns absolutistas como Jean Bodi, Jaime I e Jacques Bossuet. A monarquia absolutista nasce com Luis XIV de França, conhecido como “ Rei- Sol”
PROFESSOR: TIAGO SOUZA NOME: ANALICE ROCHA DE AZEVEDO
O que é absolutismo ?
Absolutismo foi uma forma de governo muito comum na Europa nos séculos XVI e XIX na época defendeu a teoria do poder absoluto do rei sobre toda a nação. O poder dos reis durante a Idade Média era considerado limitado em comparação com o período absolutista, havia muita fragmentação política e a influência do rei naquele tempo dependia de uma relação vassalagem , na qual a troca de favores entre os reis e nobres garantia o poder real .
À medida que as nações modernas estruturavam-se, principalmente Inglaterra, França e Espanha, o comércio ressurgiu na Europa e iniciou uma nova classe social,com a grande poderio econômico a burguesia. Para a burguesia, a fragmentação política e econômica existente desde a Idade Média não era interessante, pois afeta seus negócios, principalmente por causa das diferenças de moeda e impostos existentes de uma província para outra mesmo em províncias do mesmo reino, havia essas diferenças de moeda e impostos).
O que é absolutismo ? Em XVI e XIX o absolutismo foi uma forma de governo muito comum na Europa , o absolutismo defendia a teoria do poder absoluto do rei sobre a nacão , durante o perido absolutista o poder dos Reis era limitada, pois a politica era dividida e a influencia do rei dependia de uma relacão da nobreza ,onde a troca de favores entre reis e nobres garantia o poder real.
foi uma forma de governo muito comum na Europa entre os séculos XVI e XIX e defendeu a teoria do poder absoluto do rei sobre toda a nação.O poder dos reis durante a Idade Média era considerado limitado em comparação com o período absolutista medida que as nações modernas estruturavam-se, principalmente Inglaterra, França e Espanha, e que o comércio ressurgia na Europa, uma nova classe social emergia com grande poderio econômica burguesia, a fragmentação política e econômica existente desde a Idade Média não era interessante, pois afetava seus negócios nobreza, por sua vez, via com bons olhos a concentração do poder na figura do monarca como forma de garantir o controle das terras que possuía.Com o poder concentrado no rei, cabia a ele a criação de impostos, determinação e imposição das leis, garantir a segurança do reino, sufocar rebeliões e revoltas e impedir invasões e ataques estrangeiros.Como a economia das nações cresceu e fortaleceu-se, foi necessário garantir a proteção da produção nacional. Assim, foram criados impostos alfandegários, ou seja, impostos para produtos que eram produzidos em outros países.
Aluna: Maria Luísa Stadler Sauer
ResponderExcluirABSOLUTISMO
O que é o Absolutismo?
Foi uma forma de governo muito comum na Europa entre os séculos XVI e XIX e defendeu a teoria do poder absoluto do rei sobre toda a nação. A influência do rei dependia de uma revelação de vassalagem, na qual a troca de favores entre reis e nobres garantia o poder real.
O comércio ressurgia na Europa, na medida em que as nações modernas estruturavam-se, com isso, uma nova classe social emergia com grande poderio econômico: a burguesia. Para a burguesia, a fragmentação política e econômica não era interessante, pois afetava seu negócios, por causa das diferenças de moeda e impostos existentes de uma província para outra.
A nobreza por sua vez, queria a concentração de poder nas mãos do rei, como forma de garantir o controle das terras que possuía. Com o poder concentrado no rei, cabia a ele a criação de impostos, determinação e imposição das leis, garantir a segurança do reino, sufocar rebeliões e revoltas e impedir invasões e ataques estrangeiros. Pra que isso funcionasse, foi criada uma estrutura administrativa para auxiliar os reis.
Como a economia das nações cresceu e fortaleceu-se, foi necessário garantir a proteção da produção nacional. Assim, foram criados impostos alfandegários, ou seja, impostos para produtos que eram produzidos em outros países.
Como o poder real possuía grande respaldo, que partia tanto da ascendente burguesia quanto das elites nobres, surgiu uma série de intelectuais, tais como Nicolau Maquiavel, Thomas Hobbes, Jacques Bossuet, Jean Bodin, entre outros, para ressaltar a legitimidade do poder absoluto do rei.
O que é absolutismo
ResponderExcluirÉ uma forma de governo que foi muito utilizada na Europa durante os seculos
XVI e XIX,que dava poder absoluto para o rei. Os poderes de um rei na idade media se comparados ao período absolutista eram limitados, pois a influencia do rei dependia de uma relação de vassalagem entre a nobreza e os reis e havia muita fragmentação politica.
A medida que Inglaterra,França,Espanha e outras nações modernas se estruturaram e o comercio ressurgia,uma nova classe surgia: a burguesia. Para eles a fragmentação econômica e politica não era interessante pois afetava seus negócios especialmente pela falta de uma moeda única e diferença de impostos entre províncias.
Por suas vez a nobreza vias isso com bons olhos, já que era uma maneira eficiente de manter o controle sobre as terras que eles possuíam.
Com a formação dos Estados Nacionais – as nações –, o rei determinava a imposição de uma única moeda e idioma para toda a nação, eliminando as diferenças que restringiam a atuação da crescente classe mercantil.
Aluno: Ian Rafael
ResponderExcluirABSOLUTISMO
O Absolutismo é uma teoria política que defende que alguém deve ter o poder absoluto sobre toda as nação, sendo uma forma de governo muito comum na Europa entre os séculos XVI e XIX. Numa monarquia absolutista, o rei tinha com seus súditos uma relação marcada pelo princípio da fidelidade: todos, sem exceção, deviam obediência e respeito ao monarca e seus representantes. A medida que as nações estruturavam-se e que o comércio ressurgia na Europa, uma nova classe social emergia com grande poderio econômico: a burguesia. Para a burguesia, a fragmentação política e econômica existente desde a Idade Média não era interessante, pois afetava seus negócios, principalmente por causa das diferenças de moeda e impostos existentes de uma província para outra (mesmo em províncias do mesmo reino, havia essas diferenças de moeda e impostos). Com o poder concentrado no rei, cabia a ele a criação de impostos, determinação e imposição das leis, garantir a segurança do reino, sufocar rebeliões e revoltas e impedir invasões e ataques estrangeiros. Para que isso acontecesse de forma eficiente, foi criada toda uma estrutura administrativa para auxiliar os reis em suas várias obrigações. Com a formação dos Estados Nacionais – as nações –, o rei determinava a imposição de moeda e idioma único para toda a nação, eliminando as diferenças que restringiam a atuação da crescente classe mercantil.
Nome: Juliana Nascimento
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Absolutismo foi uma forma de governo muito comum na Europa entre os séculos XVI e XIX. Defendeu a teoria do poder absoluto do rei sobre toda a nação. O poder dos reis era considerado limitado, comparado com o período absolutista, pois havia muita política e a influência do rei dependia da vassalagem, ou seja, um acordo de serviços recíprocos entre uma pessoa política e uma outra superior, na qual a troca de favores entre reis e nobres garantiam o poder real.
Uma classe emergia com grande poder econômico e crescimento do comércio que era a: Burguesia. Para ela a fragmentação política e econômica não interessava, pois afetava seus negócios, pelo simples fato das diferenças de moedas e impostos existentes.
A nobreza por sua vez via com bons olhos a concentração do poder na figura do monarca como forma de garantir o controle das terras que possuía. Assim o poder nas mãos do rei era uma demanda da burguesia e da nobreza. Com o poder de tudo centrado nas mãos do rei cabia a ele fazer: criação de impostos, determinação, imposição de leis, garantir a segurança do reino, sufocar as rebeliões, protestos, e impedir invasões de outros países. Para que isso ocorre-se de uma forma eficaz, foi criada uma estrutura administrativa. Com a formação das nações o rei que determinava a moeda e o idioma que era predominado em todas as nações.
Para garantir a proteção da produção nacional foi criado impostos alfandegários, ou seja, produtos que eram produzidos em outro país.
ALUNO: Matheus Wilck 2ºano A
ResponderExcluirABSOLTUTISMO
Absolutismo foi uma forma de governo muito comum na Europa entre os séculos XVI e XIX e defendeu a teoria do poder absoluto do rei sobre toda a nação. O poder dos reis durante a Idade Média era considerado limitado em comparação com o período absolutista, pois havia muita fragmentação política e a influência do rei dependia de uma relação de vassalagem, na qual a troca de favores entre reis e nobres garantia o poder real.
À medida que as nações modernas estruturavam-se, principalmente Inglaterra, França e Espanha, e que o comércio ressurgia na Europa, uma nova classe social emergia com grande poderio econômico: a burguesia.
Para a burguesia, a fragmentação política e econômica existente desde a Idade Média não era interessante, pois afetava seus negócios, principalmente por causa das diferenças de moeda e impostos existentes de uma província para outra
Com o poder concentrado no rei, cabia a ele a criação de impostos, determinação e imposição das leis, garantir a segurança do reino, sufocar rebeliões e revoltas e impedir invasões e ataques estrangeiros.
A nobreza, por sua vez, via com bons olhos a concentração do poder na figura do monarca como forma de garantir o controle das terras que possuía.
Como a economia das nações cresceu e fortaleceu-se, foi necessário garantir a proteção da produção nacional. Assim, foram criados impostos alfandegários, ou seja, impostos para produtos que eram produzidos em outros países.
Como o poder real possuía grande respaldo, que partia tanto da ascendente burguesia quanto das elites nobres, surgiu uma série de Intelectuais, tais como Nicolau Maquiavel, Thomas Hobbes, Jacques Bossuet, Jean Bodin, entre outros, para ressaltar a legitimidade do poder absoluto do rei.
Absolutismo
ResponderExcluirAbsolutismo é uma teoria política que defende que alguém (em geral, um monarca) deve ter o poder absoluto, isto é, independente de outro órgão. Os teóricos de relevo associados ao absolutismo incluem autores como Nicolau Maquiavel, Jean Bodin, Jaime VI da Escócia e I de Inglaterra, Jacques-Bénigne Bossuet e Thomas Hobbes. Esta ideia tem sido algumas vezes confundida com a doutrina do Direito Divino dos Reis, que defende que a autoridade do governante emana diretamente de Deus, e que não podem ser depostos a não ser por Deus, defendido por alguns absolutistas como Jean Bodin, Jaime I e Jacques Bossuet.
O absolutismo na Europa
Em Portugal, verdadeiramente nunca existiu a monarquia absolutista mas sim o que os monárquicos chamam uma monarquia tradicional,[2] pois o rei português sempre teve poder limitado pelas cortes e por outros órgãos de soberania. Todavia, para muitos D. Miguel foi considerado como «o rei absoluto» e ficou conhecido com esse cognome.
Teorias do absolutismo
Durante os séculos XVI e XVII, diversos pensadores buscaram justificar o poder absoluto dos monarcas. A principal obra de Nicolau Maquiavel, O príncipe, escrita para responder a um questionamento a respeito da origem e da manutenção do poder, influenciou os monarcas europeus, que a utilizaram para a defesa do absolutismo.[5] Maquiavel defendia o Estado como um fim em si mesmo, afirmando que os soberanos poderiam utilizar-se de todos os meios - considerados lícitos ou não - que garantissem a conquista e a continuidade do seu poder. As ações do Estado são regidas, sobretudo, pela racionalidade.
O absolutismo e a guerra
O Estado absolutista foi um processo importante para a modernização administrativa de certos países. No campo militar, embora tenha apresentado alguns pontos fracos, foi responsável por grandes transformações. A centralização administrativa e financeira praticamente extinguiu os exércitos mercenários, sem no entanto dispensar o emprego de estrangeiros. Criou uma burocracia civil que muito ajudou à manutenção de forças armadas. Desenvolveu formas compulsórias de alistamento que serviriam de base para o serviço militar moderno. Regulamentando o alistamento, diminuiu velhos abusos. Financiou e abasteceu efetivos cada vez maiores. Permitiu, por fim, a construção de dezenas de fortificações modernas. Com o absolutismo, o rei concentrava todos os poderes, criando leis sem aprovação da sociedade, além de impostos e demais tributos de acordo com a situação ou um novo projeto ou guerra que surgisse. Além disso, o monarca interferia em assuntos religiosos, em alguns casos controlando o clero de seu país.
O absolutismo e o despotismo, apesar de similares, diferem pelo fato de o absolutismo ter uma base teórica (Jean Bodin, Thomas Hobbes, Nicolau Maquiavel) e o despotismo ser uma espécie de corrupção do absolutismo, onde o monarca age deliberadamente sem qualquer preocupação teórica, social, política ou religiosa.
Absolutismo
ResponderExcluirO Absolutismo foi um sistema político que defendia o poder absoluto do monarca sobre o Estado e foi muito comum durante os séculos XVI até os meados do século XIX na Europa. Essa forma de governo estava diretamente ligada com o processo de formação dos Estados Nacionais e com a ascensão da burguesia.
Surgimento
À medida que o Estado Nacional foi consolidando suas fronteiras, suas demandas e com o surgimento da burguesia, houve a necessidade de um representante que defendesse seus interesses e, assim, o poder passou a ser concentrado na figura do monarca. Assim, eram determinadas pelo rei a organização das leis, a criação dos impostos, a delimitação e implantação da justiça etc. Surgiu ainda a burocracia (uma estrutura de governo que era responsável pela execução do trabalho administrativo da nação de forma a auxiliar o rei na administração do Estado recém-criado). O Absolutismo contribuiu para a diminuição das diferenças culturas locais. Assim, uma só moeda foi implantada e um só idioma foi escolhido para toda a nação. Com o fortalecimento do comércio, foi criada uma série de impostos para a sua regulação, além de impostos alfandegários para a defesa da economia interna. A partir desses impostos, o rei pôde montar um exército permanente que ficava a seu serviço na defesa interna e na defesa externa. Do ponto de vista religioso, o poder real foi visto como uma escolha direta de Deus, portanto, indiscutível. O Absolutismo não possuía características homogêneas e apresentava também suas particularidades em diferentes locais. Dessa forma, destacaram-se três modelos desse sistema político: o francês, o inglês e o espanhol.
Defesa do poder real
À medida que o poder real era fortalecido, uma série de teóricos escreveram sobre a justificativa do poder absoluto. Entre eles, destacaram-se Nicolau Maquiavel, Thomas Hobbes, Jacques Bossuet.
Nicolau Maquiavel justificou que o uso da violência para manter o controle sobre a população, pois defendia a ideia de que “os fins justificariam os meios” e afirmava que mais valia para o rei ser temido que amado. O Thomas Hobbes argumentou que o poder real era necessário para colocar a ordem no mundo. Defendia a teoria de que, antes do poder absoluto do rei, a Europa vivia em um estado de caos no qual a violência predominava. O Jacques Bossuet justificou que o poder do rei procedia de Deus, sendo assim, contestar o poder real seria o mesmo que contestar ao próprio Deus.
Fim do absolutismo
O Absolutismo deixou de existir como forma de governo por volta do século XIX. A Revolução Francesa e as mudanças que surgiram a partir dela contribuíram para o fim dessa forma de governo em toda a Europa. Tais mudanças buscavam a descentralização do poder, ou seja, o oposto do que era defendido até então, como também questionavam a teoria da vontade divina do poder real, pois o Iluminismo defendia a racionalização do pensamento humano.
O que é absolutismo?
ResponderExcluirAbsolutismo foi uma forma de governo muito comum na Europa entre os séculos XVI e XIX e defendeu a teoria do poder absoluto do rei sobre toda a nação. O poder dos reis durante a Idade Média era considerado limitado em comparação com o período absolutista, pois havia muita fragmentação política e a influência do rei dependia de uma relação de vassalagem, na qual a troca de favores entre reis e nobres garantia o poder real.
À medida que as nações modernas estruturavam-se, principalmente Inglaterra, França e Espanha, e que o comércio ressurgia na Europa, uma nova classe social emergia com grande poderio econômico: a burguesia. Para a burguesia, a fragmentação política e econômica existente desde a Idade Média não era interessante, pois afetava seus negócios, principalmente por causa das diferenças de moeda e impostos existentes de uma província para outra (mesmo em províncias do mesmo reino, havia essas diferenças de moeda e impostos).
A nobreza, por sua vez, via com bons olhos a concentração do poder na figura do monarca como forma de garantir o controle das terras que possuía. Assim, a concentração do poder nas mãos do rei era uma demanda da burguesia em ascensão e também da nobreza.
Com o poder concentrado no rei, cabia a ele a criação de impostos, determinação e imposição das leis, garantir a segurança do reino, sufocar rebeliões e revoltas e impedir invasões e ataques estrangeiros. Para que isso acontecesse de forma eficiente, foi criada toda uma estrutura administrativa para auxiliar os reis em suas várias obrigações. Com a formação dos Estados Nacionais – as nações –, o rei determinava a imposição de moeda e idioma único para toda a nação, eliminando as diferenças que restringiam a atuação da crescente classe mercantil.
Absolutismo
ResponderExcluirAbsolutismo é uma teoria política que alguém (em geral, um monarca) deve ter o poder absoluto, isto é, independente de outro órgão. Esta ideia tem sido algumas vezes confundida com a doutrina do Direito DivinoOs teóricos de relevo associados ao absolutismo incluem autores como Nicolau Maquiavel, Jean Bodin, Jaime VI da Escócia, e de Inglaterra, Jacques- Bénigre Bossuet e Thomas Hobbe. dos Reis, que defende que autoridade do governante emana diretamente de Deus, e que não pode ser depostos a não ser por Deus, defendido por alguns absolutistas como Jean Bodi, Jaime I e Jacques Bossuet.
A monarquia absolutista nasce com Luis XIV de França, conhecido como “ Rei- Sol”
ABSOLUTISMO
ResponderExcluirPROFESSOR: TIAGO SOUZA
NOME: ANALICE ROCHA DE AZEVEDO
O que é absolutismo ?
Absolutismo foi uma forma de governo muito comum na Europa nos séculos XVI e XIX na época defendeu a teoria do poder absoluto do rei sobre toda a nação. O poder dos reis durante a Idade Média era considerado limitado em comparação com o período absolutista, havia muita fragmentação política e a influência do rei naquele tempo dependia de uma relação vassalagem , na qual a troca de favores entre os reis e nobres garantia o poder real .
À medida que as nações modernas estruturavam-se, principalmente Inglaterra, França e Espanha, o comércio ressurgiu na Europa e iniciou uma nova classe social,com a grande poderio econômico a burguesia. Para a burguesia, a fragmentação política e econômica existente desde a Idade Média não era interessante, pois afeta seus negócios, principalmente por causa das diferenças de moeda e impostos existentes de uma província para outra mesmo em províncias do mesmo reino, havia essas diferenças de moeda e impostos).
ABSOLUTISMO
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Em XVI e XIX o absolutismo foi uma forma de governo muito comum na Europa , o absolutismo defendia a teoria do poder absoluto do rei sobre a nacão , durante o perido absolutista o poder dos Reis era limitada, pois a politica era dividida e a influencia do rei dependia de uma relacão da nobreza ,onde a troca de favores entre reis e nobres garantia o poder real.
Professor:Tiago Souza
ResponderExcluirNome:Gustavo Vidal Da Silva
foi uma forma de governo muito comum na Europa entre os séculos XVI e XIX e defendeu a teoria do poder absoluto do rei sobre toda a nação.O poder dos reis durante a Idade Média era considerado limitado em comparação com o período absolutista medida que as nações modernas estruturavam-se, principalmente Inglaterra, França e Espanha, e que o comércio ressurgia na Europa, uma nova classe social emergia com grande poderio econômica burguesia, a fragmentação política e econômica existente desde a Idade Média não era interessante, pois afetava seus negócios nobreza, por sua vez, via com bons olhos a concentração do poder na figura do monarca como forma de garantir o controle das terras que possuía.Com o poder concentrado no rei, cabia a ele a criação de impostos, determinação e imposição das leis, garantir a segurança do reino, sufocar rebeliões e revoltas e impedir invasões e ataques estrangeiros.Como a economia das nações cresceu e fortaleceu-se, foi necessário garantir a proteção da produção nacional. Assim, foram criados impostos alfandegários, ou seja, impostos para produtos que eram produzidos em outros países.